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Suinocultura de baixa emissão de carbono : Tecnologias de produção mais limpa e aproveitamento econômico dos resíduos da produção de suínos

por Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Brasil); IICA, Brasília, D.F. (Brasil).
Tipo de material: materialTypeLabelLivroNúmero de Chamada: IICA Lugar de publicação: Brasil: IICA, 2016Descrição: 96 p.Resumo: Uma produção sustentável de carne suína nos remete à utilização de todos os recursos de forma racional, e em se tratando de meio ambiente, o uso coerente dos recursos naturais adquire maior proporção. Por esta razão, antes de entrarmos na discussão das soluções tecnológicas mais apropriadas para o tratamento de dejetos na suinocultura brasileira, devemos abordar aspectos relacionados à gestão racional da água e da ração, esta última produzida com matérias -primas oriundas de uma agricultura pujante que também é baseada em recursos da natureza. Ou seja, antes de tratarmos dos resíduos precisamos ser eficientes no uso dos insumos básicos da produção. A utilização excessiva da água, por aumentar a quantidade de resíduos (água residuária) e a dispersão da matéria orgânica nos efluentes, gera aumento de custo para o manejo e tratamento dos dejetos, aumento do volume dos sistemas de armazenamento, além de aumento nos gastos para o transporte e utilização como fertilizante e maior uso dos recursos hídricos.Outro exemplo é a utilização de rações formuladas com os melhores padrões científicos e fornecida de maneira adequada, proporcionando menores volumes de dejetos e menor excreção de nutrientes. Assim, nossa atuação não deve se concentrar unicamente na fase posterior à geração dos dejetos e sim em todo o ciclo da suinocultura, iniciando no uso dos insumos, passando para o tratamento dos dejetos até chegar no destino adequado e racional dos produtos oriundos dos processos tecnológicos de tratamento, como por exemplo, biogás e o biofertilizante orgânico.

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Assunto(s): CARBONO | CARBON | CARBONE | CARBONO | PRODUCCIÓN ANIMAL | ANIMAL PRODUCTION | PRODUCTION ANIMALE | PRODUÇÃO ANIMAL | PRODUCCIÓN DE CARNE | MEAT PRODUCTION | PRODUCTION DE VIANDE | PRODUÇÃO DE CARNE | PRODUCCIÓN PECUARIA | LIVESTOCK PRODUCTION | PRODUCTION DE BÉTAIL | EMISIONES DE METANO | METHANE EMISSION | ÉMISSION DE MÉTHANE | EMISIÓN DE CONTAMINANTES | POLLUTANT EMISSION | ÉMISSION DE POLLUANT | EMISSÃO DE POLUENTES | RESIDUOS | RESIDUES | RÉSIDU | RESÍDUO | EFECTOS RESIDUALES | RESIDUAL EFFECTS | EFFET RÉSIDUEL | EFEITO RESIDUAL | RECURSOS NATURALES | NATURAL RESOURCES | RESSOURCE NATURELLE | RECURSO NATURAL | BIOGÁS | BIOGAS | BIOGAZ | BIOGÁS | BIOCARBURANTE | BIOFUELS | BIOCARBURANT | BIOCARBURANTE | DESECHOS ORGÁNICOS | ORGANIC WASTES | DÉCHET ORGANIQUE | RESÍDUO ORGÂNICO | BRASIL | -- Brasil
Tipo de material Localização Coleção Número de chamada Status Data de devolução Código de barras
Documento digital Documento digital Colección IICA IICA (Percorrer estante) Disponível BVE17069066

Uma produção sustentável de carne suína nos remete à utilização de todos os recursos de forma racional, e em se tratando de meio ambiente, o uso coerente dos recursos naturais adquire maior proporção. Por esta razão, antes de entrarmos na discussão das soluções tecnológicas mais apropriadas para o tratamento de dejetos na suinocultura brasileira, devemos abordar aspectos relacionados à gestão racional da água e da ração, esta última produzida com matérias -primas oriundas de uma agricultura pujante que também é baseada em recursos da natureza. Ou seja, antes de tratarmos dos resíduos precisamos ser eficientes no uso dos insumos básicos da produção. A utilização excessiva da água, por aumentar a quantidade de resíduos (água residuária) e a dispersão da matéria orgânica nos efluentes, gera aumento de custo para o manejo e tratamento dos dejetos, aumento do volume dos sistemas de armazenamento, além de aumento nos gastos para o transporte e utilização como fertilizante e maior uso dos recursos hídricos.Outro exemplo é a utilização de rações formuladas com os melhores padrões científicos e fornecida de maneira adequada, proporcionando menores volumes de dejetos e menor excreção de nutrientes. Assim, nossa atuação não deve se concentrar unicamente na fase posterior à geração dos dejetos e sim em todo o ciclo da suinocultura, iniciando no uso dos insumos, passando para o tratamento dos dejetos até chegar no destino adequado e racional dos produtos oriundos dos processos tecnológicos de tratamento, como por exemplo, biogás e o biofertilizante orgânico.

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