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Oleaginosas da Amazonia

por Pesce, Celestino.
Tipo de material: materialTypeLabelLivroEditora: Brasília, Brasil: MCT/MPEG e MDA/NEAD, 2009Edição: 2 ed.Descrição: 334 p.ISBN: 978-85-61377-06-9, 978-85-60548-39-2.Assunto(s): SEMILLAS OLEAGINOSAS | AMAZONIA | | | | GRAINE OLEAGINEUSE | BRESIL | AMAZONIE | AGRICULTURA FAMILIAR | FAMILY FARMING | AGRICULTURE FAMILIALE | AGRICULTURA FAMILIAR | DESARROLLO DE LA COMUNIDAD | COMMUNITY DEVELOPMENT | DÉVELOPPEMENT DE LA COMMUNAUTÉ | DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE | DESARROLLO RURAL | RURAL DEVELOPMENT | DÉVELOPPEMENT RURAL | DESENVOLVIMENTO RURAL | DESARROLLO ECONÓMICO Y SOCIAL | SOCIOECONOMIC DEVELOPMENT | DÉVELOPPEMENT SOCIOÉCONOMIQUE | DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO | DESARROLLO SOSTENIBLE | SUSTAINABLE DEVELOPMENT | DÉVELOPPEMENT DURABLE | DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL | ACTIVIDADES COOPERATIVAS | COOPERATIVE ACTIVITIES | ACTIVITÉ COOPÉRATIVE | ACTIVIDADE COOPERATIVA | BRASIL

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Resumo: O Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural – NEAD, órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, e o Instituto Interamericano de Cooperação Agrícola – IICA formaram esta parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi para a publicação da obra “Oleaginosas da Amazônia”, do pesquisador Celestino Pesce. Esta publicação significa para o NEAD a inauguração de um campo de investigação (e de parcerias) com instituições de pesquisa e movimentos sociais focados no desenvolvimento rural sustentável na Amazônia. Este novo espaço de estudos e pesquisas será regido dentro dos princípios de “trocar saberes e fazeres”, valorizando o conhecimento gerado a partir de homens e mulheres que vivem na Amazônia fazem parte, tanto das populações tradicionais (ribeirinhos, extrativistas, produtores familiares e assentados de reforma agrária), quanto de pesquisadores e estudiosos comprometidos com tais princípios. A publicação “Oleaginosas da Amazônia” contém um rigoroso estudo sobre a identificação de sementes e plantas com potencial de gerar óleos e alimentos muito cobiçados atualmente pelo mercado, por suas características especiais. São 84 espécies diferentes, que comprovam a riqueza da biodiversidade brasileira, catalogadas a partir de um trabalho de grande dedicação. Complementarmente, vem acompanhado de um interessante registro do contexto socioeconômico da época, mostrando como as explorações de tais cultivos eram realizadas, as experiências de projetos em curso e as perspectivas de ação governamental e de setores econômicos na região. Hoje, sabemos os resultados destas políticas e estratégias e que várias delas nos proporcionaram um duro aprendizado, pois a exploração irracional das florestas e o desrespeito às populações tradicionais da Amazônia geraram consequências, tanto em perda de conhecimento, como de espécies, que eram, acima de tudo, patrimônio do povo brasileiro.
Tipo de material Localização Coleção Número de chamada Status Data de devolução Código de barras
Documento digital Documento digital Colección IICA IICA F01 (Percorrer estante) Disponível
Documento digital Documento digital Colección IICA IICA F01 (Percorrer estante) Disponível BVE3150900009026

O Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural – NEAD, órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, e o Instituto Interamericano de Cooperação Agrícola – IICA formaram esta parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi para a publicação da obra “Oleaginosas da Amazônia”, do pesquisador Celestino Pesce. Esta publicação significa para o NEAD a inauguração de um campo de investigação (e de parcerias) com instituições de pesquisa e movimentos sociais focados no desenvolvimento rural sustentável na Amazônia. Este novo espaço de estudos e pesquisas será regido dentro dos princípios de “trocar saberes e fazeres”, valorizando o conhecimento gerado a partir de homens e mulheres que vivem na Amazônia fazem parte, tanto das populações tradicionais (ribeirinhos, extrativistas, produtores familiares e assentados de reforma agrária), quanto de pesquisadores e estudiosos comprometidos com tais princípios. A publicação “Oleaginosas da Amazônia” contém um rigoroso estudo sobre a identificação de sementes e plantas com potencial de gerar óleos e alimentos muito cobiçados atualmente pelo mercado, por suas características especiais. São 84 espécies diferentes, que comprovam a riqueza da biodiversidade brasileira, catalogadas a partir de um trabalho de grande dedicação. Complementarmente, vem acompanhado de um interessante registro do contexto socioeconômico da época, mostrando como as explorações de tais cultivos eram realizadas, as experiências de projetos em curso e as perspectivas de ação governamental e de setores econômicos na região. Hoje, sabemos os resultados destas políticas e estratégias e que várias delas nos proporcionaram um duro aprendizado, pois a exploração irracional das florestas e o desrespeito às populações tradicionais da Amazônia geraram consequências, tanto em perda de conhecimento, como de espécies, que eram, acima de tudo, patrimônio do povo brasileiro.

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